terça-feira, 27 de maio de 2014
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Informações do portal do INEA
Coleção de cartilhas voltada à melhoria das práticas ambientais no Estado do Rio de Janeiro. Os cadernos da série abordam temas relacionados ao licenciamento ambiental e reúnem informações sobre questões fundamentais à proteção, conservação e recuperação do meio ambiente.
http://www.inea.rj.gov.br/Portal/MegaDropDown/EstudosePublicacoes/Publicacoes/index.htm
http://www.inea.rj.gov.br/Portal/MegaDropDown/EstudosePublicacoes/Publicacoes/index.htm
domingo, 25 de maio de 2014
Práticas Sustentáveis
ALMANAQUE PARA PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS
(2° edição – revisada e ampliada)
Pratique ações Ecopedagógicas e trilhe seus passos rumo a Cidadania Planetária. Thomas Enlazador (autor, organizador e fotografias)
Filmes sobre questões Ambientais
A Carta da Terra
O que é a Carta da Terra?
A Carta da Terra é uma declaração de princípios éticos fundamentais para a construção, no século 21, de uma sociedade global justa, sustentável e pacífica. Busca inspirar todos os povos a um novo sentido de interdependência global e responsabilidade compartilhada voltado para o bem-estar de toda a família humana, da grande comunidade da vida e das futuras gerações. É uma visão de esperança e um chamado à ação.
A Carta da Terra se preocupa com a transição para maneiras sustentáveis de vida e desenvolvimento humano sustentável. Integridade ecológica é um tema maior. Entretanto, a Carta da Terra reconhece que os objetivos de proteção ecológica, erradicação da pobreza, desenvolvimento econômico equitativo, respeito aos direitos humanos, democracia e paz são interdependentes e indivisíveis. Consequentemente oferece um novo marco, inclusivo e integralmente ético para guiar a transição para um futuro sustentável.
A Carta da Terra é resultado de uma década de diálogo intercultural, em torno de objetivos comuns e valores compartilhados. O projeto da Carta da Terra começou como uma iniciativa das Nações Unidas, mas se desenvolveu e finalizou como uma iniciativa global da sociedade civil. Em 2000 a Comissão da Carta da Terra, uma entidade internacional independente, concluiu e divulgou o documento como a carta dos povos.
A redação da Carta da Terra envolveu o mais inclusivo e participativo processo associado à criação de uma declaração internacional. Esse processo é a fonte básica de sua legitimidade como um marco de guia ético. A legitimidade do documento foi fortalecida pela adesão de mais de 4.500 organizações, incluindo vários organismos governamentais e organizações internacionais.
À luz desta legitimidade, um crescente número de juristas internacionais reconhece que a Carta da Terra está adquirindo um status de lei branca (soft law). Leis brancas, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos são consideradas como moralmente, mas não juridicamente obrigatórias para os Governos de Estado, que aceitam subscrevê-las e adotá-las, e muitas vezes servem de base para o desenvolvimento de uma lei stritu senso (hard law).
Neste momento em que é urgentemente necessário mudar a maneira como pensamos e vivemos, a Carta da Terra nos desafia a examinar nossos valores e a escolher um melhor caminho. Alianças internacionais são cada vez mais necessárias, a Carta da Terra nos encoraja a buscar aspectos em comum em meio à nossa diversidade e adotar uma nova ética global, partilhada por um número crescente de pessoas por todo o mundo. Num momento onde educação para o desenvolvimento sustentável tornou-se essencial, a Carta da Terra oferece um instrumento educacional muito valioso.
Documentário HOME

HOME (2009) - É um documentário sobre o planeta Terra, composto inteiramente por imagens aéreas. O filme mostra os danos que nós seres humanos temos causado ao meio ambiente e as conseqüências dessa atitude para o futuro da humanidade. Em HOME, o diretor Yann Arthus-Bertrand apresenta os problemas ambientais causados pelos homens, mas também expõe meios e alternativas para reduzir esses problemas. Ao longo de uma sequência única de cinquenta países, toda filmada dos céus, o diretor divide conosco sua admiração e preocupação com esse filme e finca a pedra fundamental para mostrar que, juntos, precisamos reconstruí-lo.
Visita dos alunos do IFF no Projeto Piabanha.
Link referente a visita dos alunos do IFF- http://portal.iff.edu.br/campus/bom-jesus/noticias/alunos-de-cambuci-visitam-o-projeto-piabanha
Criação do Banco Ex situ para preservação e conservação de especies ameaçadas de extinção.
O projeto Piabanha hoje está voltado para a construção do Banco Ex situ de especies tais como: Piabanha(Brycon Insignis),Grumatã(Prochilodus). Possuimos em nosso laboratorio tecidos coletados e mantidos em alcool absoluto para posterior analise do DNA.
Mas o que é o Banco Ex Situ?
Mas o que é o Banco Ex Situ?
Conservação ex situ (ou
Conservação ex-situ), que significa literalmente, conservação fora do lugar de
origem, é o processo de proteção de espécies em
perigo de extinção, de plantas e animais pela remoção de parte da
população do habitat ameaçado
e transportando-as para uma nova localização, que pode ser uma área selvagem (santuário) ou um cativeiro (zoológico ou
outro local semelhante). Compreende um dos métodos de conservação de espécies
mais antigas e bem estudadas.
Técnica usada desde o Século XVIII para aumentar
populações de animais de corte, como o cervo e o javali,
e espécies vegetais de valor econômico, como o carvalho, atualmente é utilizada para recuperar ecossistemas, ou como última tentativa de salvar espécies à
beira da extinção, como o tigre,
o lobo-vermelho e
o mogno2 .
Também podes-se tratar de Conservação "ex situ"
em assuntos que envolvam a Arqueologia, e a Preservação do Patrimônio. Após as
escavações, ou resgates, os materiais arqueológicos encontrados são retirados
do seu lugar original (in situ) e são transportados para outro (ex situ), na
maioria das vezes para laboratórios de arqueologia, museus etc. São nesses
lugares que estes vestígios da humanidade devem ser conservados fora do seu
lugar natural, para que possam fornecer inúmeras informações sobre a história
do homem. Hoje na arqueologia a conservação "ex situ" vem se tornando
um problema profundo, uma vez que muitos dos materiais encontrados em
escavações não têm um destido conhecido, seguro e correto.
Projeto Piabanha
Fundado em 1998, o Projeto
Piabanha é uma organização da sociedade civil de interesse publico regido pela
Associação de Pescadores e Amigos do Rio Paraíba do Sul e está localizado na
Estação Experimental da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de
Janeiro - PESAGRO/RIO, em Itaocara, município da região noroeste fluminense.
Com o maior plantel de reprodutores de espécies nativas da bacia do rio Paraíba
do Sul no Estado do Rio de Janeiro, o Projeto mantém no seu campus um Centro
Socioambiental com Laboratório de Monitoramento de Ictiofauna; Setor de
Conservação da Fauna Aquática; Laboratório de Incubação de Ovos e Larvas,
dezenas de tanques para alevinos, juvenis e reprodutores e ainda retém uma área
com potencial para construção de outras instalações. O Projeto está inserido no
Domínio das Ilhas fluviais do rio Paraíba do Sul e desenvolve linhas de
pesquisa como o Programa de Ovos e Larvas de Peixes, Monitoramento de
Ictiofauna e Crustáceos, dentre outras pesquisas relacionadas à fauna aquática
a fim de subsidiar futuras decisões para a conservação dos estoques pesqueiros,
e valoração ecológica e ambiental do Domínio das Ilhas Fluviais.
Recentemente foram enviadas cartas, convidando instituições educacionais e secretarias de meio ambiente para estar nos visitando, estamos disponíveis à visitas, para que conheçam o Projeto Piabanha e tenhamos momentos sensibilização ambiental.
Segue o link de nossa página no facebook: https://www.facebook.com/pages/Projeto-Piabanha/158454667577633?fref=ts.Visite-nos,curta nossa página,sinta-se a vontade e seja bem vindo para acompanhar nosso trabalho. Venham conhecer o Projeto,o município de Itaocara e disseminar a ideia da equipe do Projeto Piabanha, que é a conservação dos estoques pesqueiros do Rio Paraíba do Sul, que se encontram ameaçados. O Projeto conta com parcerias de patrocinadores, órgãos ambientais,tais como o ICMBIO (http://www.icmbio.gov.br/portal/, http://www.ashoka.org.br/, http://www.ceivap.org.br/, http://www.pesagro.rj.gov.br/eeic.html) e outros. Assim como universidades(UFRJ, UMC, UENF, CEDERJ).
Nossos visitantes da última semana.
Alunos da UFF de Stº de Pádua-curso de Ciências Naturais
Alunos do IFF do Curso Técnico em Agropecuária- observação
do sistema de captação de água que abastece os tanques.
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Plano de aula sobre Educação ambiental
Autor e Coautor(es)
Cláudio Ernesto Sebata
Estrutura Curricular
| MODALIDADE / NÍVEL DE ENSINO | COMPONENTE CURRICULAR | TEMA |
|---|---|---|
| Ensino Fundamental Final | Ciências Naturais | Vida e ambiente |
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
• Educação Ambiental e a sua necessidade na Sociedade Humana.
Duração das atividades
Uma aula de 50 minutos.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
• Poluição.
Estratégias e recursos da aula
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Recursos educacionais:
- A3P Agenda Ambiental na Administração Pública:
Preparando a Aula:
Veja o vídeo antes de iniciar a aula. Destaque pontos importante abordados pelo vídeo.
Feito isso, inicie a aula.
Introduzindo a aula:
Na sala de aula, pergunte a turma se eles estão notando as mudanças do clima (inclusive as mudanças que ocorreram na sua cidade) e faça a seguinte pergunta: “Será que o ser humano está influenciando nesse resultado (mudança do clima)? De que forma?” Haverá inúmeras respostas, nesse momento o professor poderá aproveitar para falar sobre o aquecimento global, sobre sustentabilidade, formas alternativas de energia e sobre outros temas que estão diretamente relacionados com a educação ambiental. Após ouvi-las, faça então um desafio – solicite que eles pesquisem o seguinte assunto:
• Educação Ambiental
Desenvolvendo a aula:
Em seguida, comunique que a aula será no laboratório de informática (ambiente informatizado) e que o trabalho será desenvolvido em duplas – você, professor(a) pode permitir que os alunos as montem ou você pode montá-las. (explique como uma dupla deve trabalhar
em conjunto, ou seja, que cada um é importante e que deve haver um respeito mútuo entre eles e que as tarefas deverão ser feitas em conjunto).
No laboratório de informática, separe os alunos em duplas ou grupos de modo que eles saibam trabalhar em grupo e faça que cada grupo veja o vídeo: A3P Agenda Ambiental na Administração Pública (http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/recursos/11652/a3p.flv):
Obs.: para visualizar o recurso, o professor deverá instalar no computador o programa FLV Player existente na página Recursos Educacionais: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/resourceIndex.action.Em seguida, comunique que a aula será no laboratório de informática (ambiente informatizado) e que o trabalho será desenvolvido em duplas – você, professor(a) pode permitir que os alunos as montem ou você pode montá-las. (explique como uma dupla deve trabalhar
No laboratório de informática, separe os alunos em duplas ou grupos de modo que eles saibam trabalhar em grupo e faça que cada grupo veja o vídeo: A3P Agenda Ambiental na Administração Pública (http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/recursos/11652/a3p.flv):
Após Isso, peça para a turma fazer um círculo e discuta novamente o assunto sobre a Educação Ambiental (brevemente), reiterando as perguntas feitas no início da aula. Solicite a participação de todos e incentive-os a responder tais questões. (uma sugestão seria a apresentação do produto de cada grupo). Durante a discussão o professor deverá expor as seguintes propostas:
01) Você pode discutir o que o Governo Brasileiro, o seu governo estadual/municipal/distrital e o que você estão fazendo sobre a educação ambiental na sua cidade, e cada aluno poderá escrever uma carta para o órgão responsável questionando/elogiando/criticando as medidas tomadas (podendo ser enviado também por e-mail);
02) Propor que os alunos façam uma campanha de conscientização sobre o que seja educação ambiental na sua escola/cidade/município. Inclusive, (por meio de uma campanha na comunidade escolar e/ou, na reunião de pais, cada turma irá conscientizar os pais da turma ao lado sobre esta questão e/ou outra atividade social);
02) Propor que os alunos façam uma campanha de conscientização sobre o que seja educação ambiental na sua escola/cidade/município. Inclusive, (por meio de uma campanha na comunidade escolar e/ou, na reunião de pais, cada turma irá conscientizar os pais da turma ao lado sobre esta questão e/ou outra atividade social);
O professor deverá dividir a turma em dois grandes grupos. Cada um desses grupos deverá executar uma das propostas anteriores. Esse trabalho deverá ser feito em conjunto e deverá ser iniciado na aula e o professor dará continuidade nas aulas seguintes até a sua conclusão.
Para sistematizar essa aula, nos dez minutos finais o professor deverá pedir para que cada um dos grupo elabore um folder, cartilha e/ou cartaz sobre o assunto. Para um maior aprofundamento do mesmo, você pode sugerir que eles façam uma pesquisa na internet sobre o assunto (veja recursos complementares – sites) digitando “educação ambiental” (fique atento sobre a fidedignidade/validade das informações obtidas nos sites, dê preferência a sites de universidades e/ou entidades que entendam do assunto e que a linguagem utilizada no site esteja de acordo com a linguagem utilizada pelos alunos). Você, professor(a), pode introduzir, neste momento, o conceito de frases, parágrafos, etc., ou seja, conceitos ligados à Língua Portuguesa. Além disso, você, professor(a), pode introduzir conceitos ligados à manipulação correta do programa de editor de textos. Grave o produto do grupo e o imprima.
Atividades complementares:
O professor poderá dar continuidade ao assunto e falar sobre os diferentes tipos de poluição, formas alternativas de energia e outros conteúdos relacionados com o meio ambiente. É muito importante que o professor dê continuidade ao trabalho nas aulas posteriores.
O professor poderá dar continuidade ao assunto e falar sobre os diferentes tipos de poluição, formas alternativas de energia e outros conteúdos relacionados com o meio ambiente. É muito importante que o professor dê continuidade ao trabalho nas aulas posteriores.
Recursos Educacionais
| NOME | TIPO |
|---|---|
| A3P – Agenda Ambiental na Administração Pública | Animação/simulação |
Avaliação
A avaliação dos alunos pode ser feita da seguinte maneira:
1. Discussão sobre o assunto na turma;
2. Elaboração de um cartaz/folder no computador sobre o assunto pelos alunos;http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=1165
1. Discussão sobre o assunto na turma;
2. Elaboração de um cartaz/folder no computador sobre o assunto pelos alunos;http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=1165
Você sabe o que é PEGADA ECOLÓGICA ?
Você conhece sua PEGADA ECOLÓGICA?
Acesse um dos links abaixo, entenda e meça sua PEGADA ECOLÓGICA.
http://www.suapegadaecologica.com.br/
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quinta-feira, 22 de maio de 2014
Consumo
Obsolescência Programada
Este vídeo nos traz uma reflexão sobre o consumo e como é construído em nós o desejo de sermos consumidores.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
sábado, 17 de maio de 2014
LIXO: UMA QUESTÃO AMBIENTAL
Como
todos nós sabemos, em uma sociedade altamente consumista, os produtos
descartáveis estão cada vez mais sendo utilizados, e desta forma, o volume de
lixo inorgânico gerado está sendo cada vez maior. Com isso, a população deve se
mobilizar diante desta situação, uma vez que, um grande volume de lixo inorgânico
gerado, contribui para uma poluição ambiental maior. Devemos ter em mente que
todo o lixo que é colocado em sacolas plásticas e posteriormente nos “latões de
lixo” nas ruas, terá como destino os “lixões” existentes. Nestes locais existem
diversos tipos de materiais que irão demorar muitos anos para se decompor,
promovendo um forte impacto ambiental no planeta. A sociedade não deve
continuar tendo um consumo desenfreado sem ter a consciência de alternativas
para minimizar as agressões ambientais. Como educadores ambientais, devemos
conscientizar os indivíduos da importância da COLETA SELETIVA DO LIXO para que materiais recicláveis possam ser recolhidos
separadamente (Figura 2) e reaproveitados nas indústrias destinadas a este fim.
Desta forma, o volume de lixo diminuirá consideravelmente, e os impactos
ambientais serão minimizados por esta simples atitude. Na tabela abaixo podemos
observar o tempo médio de decomposição de determinados materiais, e na Figura 1
podemos observar um pneu que continua presente após o crescimento de uma
árvore.
|
MATERIAL
|
TEMPO DE DECOMPOSIÇÃO
|
|
Jornal
|
2 a 6 semanas
|
|
Pontas de cigarro
|
2 anos
|
|
Chiclete
|
5 anos
|
|
Copos plásticos
|
200 a 450 anos
|
|
Latas de alumínio
|
100 a 500 anos
|
|
Garrafas pet
|
mais de 500 anos
|
|
Vidro
|
Tempo indeterminado
|
|
Pneus
|
Tempo indeterminado
|
Disponível em: http://educador.brasilescola.com/estrategias
ensino/acompanhando-decomposicao-materiais.htm
Figura
1: Detalhe de um tronco de árvore com um pneu inteiro ao seu redor,
demonstrando o tempo de permanência deste material no ambiente (foto tirada por
Gabriel dos Santos Almeida).
Figura 2: Latas de coleta seletiva de lixo disponíveis em
uma escola pública estadual no Estado do Rio de Janeiro (foto tirada por
Gabriel dos Santos Almeida).
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