domingo, 25 de maio de 2014

Práticas Sustentáveis



ALMANAQUE PARA PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS
(2° edição – revisada e ampliada)

Pratique ações Ecopedagógicas e trilhe seus passos rumo a Cidadania Planetária. Thomas Enlazador (autor, organizador e fotografias)

Filmes sobre questões Ambientais


A Carta da Terra 


O que é a Carta da Terra?

A Carta da Terra é uma declaração de princípios éticos fundamentais para a construção, no século 21, de uma sociedade global justa, sustentável e pacífica.  Busca inspirar todos os povos a um novo sentido de interdependência global e responsabilidade compartilhada voltado para o bem-estar de toda a família humana, da grande comunidade da vida e das futuras gerações. É uma visão de esperança e um chamado à ação. 

A Carta da Terra se preocupa com a transição para maneiras sustentáveis de vida e desenvolvimento humano sustentável. Integridade ecológica é um tema maior. Entretanto, a Carta da Terra reconhece que os objetivos de proteção ecológica, erradicação da pobreza, desenvolvimento econômico equitativo, respeito aos direitos humanos, democracia e paz são interdependentes e indivisíveis. Consequentemente oferece um novo marco, inclusivo e integralmente ético para guiar a transição para um futuro sustentável. 

A Carta da Terra é resultado de uma década de diálogo intercultural, em torno de objetivos comuns e valores compartilhados. O projeto da Carta da Terra começou como uma iniciativa das Nações Unidas, mas se desenvolveu e finalizou como uma iniciativa global da sociedade civil. Em 2000 a Comissão da Carta da Terra, uma entidade internacional independente, concluiu e divulgou o documento como a carta dos povos.

A redação da Carta da Terra envolveu o mais inclusivo e participativo processo associado à criação de uma declaração internacional.  Esse processo é a fonte básica de sua legitimidade como um marco de guia ético. A legitimidade do documento foi fortalecida pela adesão de mais de 4.500 organizações, incluindo vários organismos governamentais e organizações internacionais.  

À luz desta legitimidade, um crescente número de juristas internacionais reconhece que a Carta da Terra está adquirindo um status de lei branca (soft law). Leis brancas, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos são consideradas como moralmente, mas não juridicamente obrigatórias para os Governos de Estado, que aceitam subscrevê-las e adotá-las, e muitas vezes servem de base para o desenvolvimento de uma lei stritu senso (hard law).

Neste momento em que é urgentemente necessário mudar a maneira como pensamos e vivemos, a Carta da Terra nos desafia a examinar nossos valores e a escolher um melhor caminho. Alianças internacionais são cada vez mais necessárias, a Carta da Terra nos encoraja a buscar aspectos em comum em meio à nossa diversidade e adotar uma nova ética global, partilhada por um número crescente de pessoas por todo o mundo. Num momento onde educação para o desenvolvimento sustentável tornou-se essencial, a Carta da Terra oferece um instrumento educacional muito valioso.



Documentário HOME 




HOME (2009) - É um documentário sobre o planeta Terra, composto inteiramente por imagens aéreas. O filme mostra os danos que nós seres humanos temos causado ao meio ambiente e as conseqüências dessa atitude para o futuro da humanidade. Em HOME, o diretor Yann Arthus-Bertrand apresenta os problemas ambientais causados pelos homens, mas também expõe meios e alternativas para reduzir esses problemas. Ao longo de uma sequência única de cinquenta países, toda filmada dos céus, o diretor divide conosco sua admiração e preocupação com esse filme e finca a pedra fundamental para mostrar que, juntos, precisamos reconstruí-lo.

Visita dos alunos do IFF no Projeto Piabanha.

 Link referente a visita dos alunos do IFF- http://portal.iff.edu.br/campus/bom-jesus/noticias/alunos-de-cambuci-visitam-o-projeto-piabanha

Criação do Banco Ex situ para preservação e conservação de especies ameaçadas de extinção.

O projeto Piabanha hoje está voltado para a construção do Banco Ex situ de especies tais como: Piabanha(Brycon Insignis),Grumatã(Prochilodus). Possuimos em nosso laboratorio tecidos coletados e mantidos em alcool absoluto para posterior analise do DNA.

Mas o que é o Banco Ex Situ? 
Conservação ex situ (ou Conservação ex-situ), que significa literalmente, conservação fora do lugar de origem, é o processo de proteção de espécies em perigo de extinção, de plantas e animais pela remoção de parte da população do habitat ameaçado e transportando-as para uma nova localização, que pode ser uma área selvagem (santuário) ou um cativeiro (zoológico ou outro local semelhante). Compreende um dos métodos de conservação de espécies mais antigas e bem estudadas.
Técnica usada desde o Século XVIII para aumentar populações de animais de corte, como o cervo e o javali, e espécies vegetais de valor econômico, como o carvalho, atualmente é utilizada para recuperar ecossistemas, ou como última tentativa de salvar espécies à beira da extinção, como o tigre, o lobo-vermelho e o mogno2 .

Também podes-se tratar de Conservação "ex situ" em assuntos que envolvam a Arqueologia, e a Preservação do Patrimônio. Após as escavações, ou resgates, os materiais arqueológicos encontrados são retirados do seu lugar original (in situ) e são transportados para outro (ex situ), na maioria das vezes para laboratórios de arqueologia, museus etc. São nesses lugares que estes vestígios da humanidade devem ser conservados fora do seu lugar natural, para que possam fornecer inúmeras informações sobre a história do homem. Hoje na arqueologia a conservação "ex situ" vem se tornando um problema profundo, uma vez que muitos dos materiais encontrados em escavações não têm um destido conhecido, seguro e correto.

Projeto Piabanha

Fundado em 1998, o Projeto Piabanha é uma organização da sociedade civil de interesse publico regido pela Associação de Pescadores e Amigos do Rio Paraíba do Sul e está localizado na Estação Experimental da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro - PESAGRO/RIO, em Itaocara, município da região noroeste fluminense. Com o maior plantel de reprodutores de espécies nativas da bacia do rio Paraíba do Sul no Estado do Rio de Janeiro, o Projeto mantém no seu campus um Centro Socioambiental com Laboratório de Monitoramento de Ictiofauna; Setor de Conservação da Fauna Aquática; Laboratório de Incubação de Ovos e Larvas, dezenas de tanques para alevinos, juvenis e reprodutores e ainda retém uma área com potencial para construção de outras instalações. O Projeto está inserido no Domínio das Ilhas fluviais do rio Paraíba do Sul e desenvolve linhas de pesquisa como o Programa de Ovos e Larvas de Peixes, Monitoramento de Ictiofauna e Crustáceos, dentre outras pesquisas relacionadas à fauna aquática a fim de subsidiar futuras decisões para a conservação dos estoques pesqueiros, e valoração ecológica e ambiental do Domínio das Ilhas Fluviais. 

Recentemente foram enviadas cartas, convidando instituições educacionais e secretarias de meio ambiente para estar nos visitando, estamos disponíveis à visitas, para que conheçam o Projeto Piabanha e tenhamos momentos sensibilização ambiental.


Projeto Piabanha    Segue o link de nossa página no facebook: https://www.facebook.com/pages/Projeto-Piabanha/158454667577633?fref=ts.
Visite-nos,curta nossa página,sinta-se a vontade e seja bem vindo para acompanhar nosso trabalho. Venham conhecer o Projeto,o município de Itaocara e disseminar a ideia da equipe do Projeto Piabanha, que é a conservação dos estoques pesqueiros do Rio Paraíba do Sul, que se encontram ameaçados. O Projeto conta com parcerias de patrocinadores, órgãos ambientais,tais como o ICMBIO (http://www.icmbio.gov.br/portal/, http://www.ashoka.org.br/, http://www.ceivap.org.br/, http://www.pesagro.rj.gov.br/eeic.html) e outros. Assim como universidades(UFRJ, UMC, UENF, CEDERJ). 
Nossos visitantes da última semana. 
                           Alunos da UFF de Stº de Pádua-curso de Ciências Naturais







                           Alunos do IFF do Curso Técnico em Agropecuária- observação 
                           do sistema de captação de água que abastece os tanques. 

  

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Plano de aula sobre Educação ambiental

Autor e Coautor(es)
 Wesley Pereira da Silva
imagem do usuário
BRASILIA - DF Universidade de Brasília
 
Cláudio Ernesto Sebata
Estrutura Curricular
MODALIDADE / NÍVEL DE ENSINOCOMPONENTE CURRICULARTEMA
Ensino Fundamental FinalCiências NaturaisVida e ambiente
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
• Educação Ambiental e a sua necessidade na Sociedade Humana.
Duração das atividades
Uma aula de 50 minutos.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
• Poluição.
Estratégias e recursos da aula
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Recursos educacionais:
  • A3P Agenda Ambiental na Administração Pública:
A3P - Agenda ambiental na administração pública

Preparando a Aula:
Veja o vídeo antes de iniciar a aula. Destaque pontos importante abordados pelo vídeo.
Feito isso, inicie a aula.

Introduzindo a aula:
Na sala de aula, pergunte a turma se eles estão notando as mudanças do clima (inclusive as mudanças que ocorreram na sua cidade) e faça a seguinte pergunta: “Será que o ser humano está influenciando nesse resultado (mudança do clima)? De que forma?” Haverá inúmeras respostas, nesse momento o professor poderá aproveitar para falar  sobre o aquecimento global, sobre sustentabilidade, formas alternativas de energia e sobre outros temas que estão diretamente relacionados com a educação ambiental. Após ouvi-las, faça então um desafio – solicite que eles pesquisem o seguinte assunto:
• Educação Ambiental
Desenvolvendo a aula:
Em seguida, comunique que a aula será no laboratório de informática (ambiente informatizado) e que o trabalho será desenvolvido em duplas – você, professor(a) pode permitir que os alunos as montem ou você pode montá-las. (explique como uma dupla deve trabalhar em conjunto, ou seja, que cada um é importante e que deve haver um respeito mútuo entre eles e que as tarefas deverão ser feitas em conjunto).
No laboratório de informática, separe os alunos em duplas ou grupos de modo que eles saibam trabalhar em grupo e faça que cada grupo veja o vídeo: A3P Agenda Ambiental na Administração Pública (http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/recursos/11652/a3p.flv):
Obs.: para visualizar o recurso, o professor deverá instalar no computador o programa FLV Player existente na página Recursos Educacionais: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/resourceIndex.action.

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/discovirtual/aulas/1165/imagens/Aul_Nov_4_1.jpg
Após Isso, peça para a turma fazer um círculo e discuta novamente o assunto sobre a Educação Ambiental (brevemente), reiterando as perguntas feitas no início da aula. Solicite a participação de todos e incentive-os a responder tais questões. (uma sugestão seria a apresentação do produto de cada grupo). Durante a discussão o professor deverá expor as seguintes propostas:
01) Você pode discutir o que o Governo Brasileiro, o seu governo estadual/municipal/distrital e o que você estão fazendo sobre a educação ambiental na sua cidade, e cada aluno poderá escrever uma carta para o órgão responsável questionando/elogiando/criticando as medidas tomadas (podendo ser enviado também por e-mail);
02) Propor que os alunos façam uma campanha de conscientização sobre o que seja educação ambiental na sua escola/cidade/município. Inclusive, (por meio de uma campanha na comunidade escolar e/ou, na reunião de pais, cada turma irá conscientizar os pais da turma ao lado sobre esta questão e/ou outra atividade social);
O professor deverá dividir a turma em dois grandes grupos. Cada um desses grupos deverá executar uma das propostas anteriores. Esse trabalho deverá ser feito em conjunto e deverá ser iniciado na aula e o professor dará continuidade nas aulas seguintes até a sua conclusão.
Para sistematizar essa aula, nos dez minutos finais o professor deverá pedir para que cada um dos grupo elabore um folder, cartilha e/ou cartaz sobre o assunto. Para um maior aprofundamento do mesmo, você pode sugerir que eles façam uma pesquisa na internet sobre o assunto (veja recursos complementares – sites) digitando “educação ambiental” (fique atento sobre a fidedignidade/validade das informações obtidas nos sites, dê preferência a sites de universidades e/ou entidades que entendam do assunto e que a linguagem utilizada no site esteja de acordo com a linguagem utilizada pelos alunos). Você, professor(a), pode introduzir, neste momento, o conceito de frases, parágrafos, etc., ou seja, conceitos ligados à Língua Portuguesa. Além disso, você, professor(a), pode introduzir conceitos ligados à manipulação correta do programa de editor de textos. Grave o produto do grupo e o imprima.
Atividades complementares:
O professor poderá dar continuidade ao assunto e falar sobre os diferentes tipos de poluição, formas alternativas de energia e outros conteúdos relacionados com o meio ambiente. É muito importante que o professor dê continuidade ao trabalho nas aulas posteriores.
 
Recursos Educacionais
NOMETIPO
A3P – Agenda Ambiental na Administração PúblicaAnimação/simulação
Avaliação
A avaliação dos alunos pode ser feita da seguinte maneira:
1. Discussão sobre o assunto na turma;
2. Elaboração de um cartaz/folder no computador sobre o assunto pelos alunos;http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=1165

Você sabe o que é PEGADA ECOLÓGICA ?

Você conhece sua PEGADA ECOLÓGICA?

Acesse um dos links abaixo, entenda e meça sua PEGADA ECOLÓGICA.
http://www.suapegadaecologica.com.br/ 

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Consumo


Obsolescência Programada 

Este vídeo nos traz uma reflexão sobre o consumo e como é  construído em nós o desejo de sermos consumidores. 

segunda-feira, 19 de maio de 2014

FÓRUM - MINHAS ECO-PRÁTICAS

Quais  atitudes suas
contribuem para a preservação do planeta?

sábado, 17 de maio de 2014

LIXO: UMA QUESTÃO AMBIENTAL




Como todos nós sabemos, em uma sociedade altamente consumista, os produtos descartáveis estão cada vez mais sendo utilizados, e desta forma, o volume de lixo inorgânico gerado está sendo cada vez maior. Com isso, a população deve se mobilizar diante desta situação, uma vez que, um grande volume de lixo inorgânico gerado, contribui para uma poluição ambiental maior. Devemos ter em mente que todo o lixo que é colocado em sacolas plásticas e posteriormente nos “latões de lixo” nas ruas, terá como destino os “lixões” existentes. Nestes locais existem diversos tipos de materiais que irão demorar muitos anos para se decompor, promovendo um forte impacto ambiental no planeta. A sociedade não deve continuar tendo um consumo desenfreado sem ter a consciência de alternativas para minimizar as agressões ambientais. Como educadores ambientais, devemos conscientizar os indivíduos da importância da COLETA SELETIVA DO LIXO para que materiais recicláveis possam ser recolhidos separadamente (Figura 2) e reaproveitados nas indústrias destinadas a este fim. Desta forma, o volume de lixo diminuirá consideravelmente, e os impactos ambientais serão minimizados por esta simples atitude. Na tabela abaixo podemos observar o tempo médio de decomposição de determinados materiais, e na Figura 1 podemos observar um pneu que continua presente após o crescimento de uma árvore.



MATERIAL
TEMPO DE DECOMPOSIÇÃO
Jornal
2 a 6 semanas
Pontas de cigarro
2 anos
Chiclete
5 anos
Copos plásticos
200 a 450 anos
Latas de alumínio
100 a 500 anos
Garrafas pet
mais de 500 anos
Vidro
Tempo indeterminado
Pneus
Tempo indeterminado


 
 
Figura 1: Detalhe de um tronco de árvore com um pneu inteiro ao seu redor, demonstrando o tempo de permanência deste material no ambiente (foto tirada por Gabriel dos Santos Almeida). 





Figura 2: Latas de coleta seletiva de lixo disponíveis em uma escola pública estadual no Estado do Rio de Janeiro (foto tirada por Gabriel dos Santos Almeida).