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Reflexões
para não confundir consumo com consumismo.
O consumo
a principio deve ser consciente, racional, equilibrado e ter questionamentos
tais como: realmente estou precisando? Posso ou tenho condições de ter? Ira
satisfazer minhas necessidades e anseios? Posso ficar sem até quando? É
essencial vital, útil, supérfluo? O que a posse deste objeto (consumo
)representa para mim? É a realização de um sonho? O mais importante é ser.
O
consumismo por si só é : desenfreado,irracional,destrutivo de vidas(emocional
e financeiro), muitas das vezes representa um vazio, a falta de algo que
realmente faça a diferença na vida desta pessoa,e as reflexões do consumismo
é vou abafar? Vão me invejar? Vou ser aceita? Vou demonstrar poder e status?
Serei a melhor (tal) do grupo? Vou conquistar mais amigos, namorados de
melhor situação que a minha? O que vão pensar de mim se não ter a marca
famosa? O mais importante é ter.
Na minha
opinião Chimamanda ela até pode ser considerada como pessoa de história
única, pois construiu sua própria história,fez o que achou correto,lutou por
seus sonhos,ideais e fez por onde quando começou a ler e ensinar outras
pessoas, planejou ,foi muito alem do que a maioria da população de seu país,
teve méritos,não se abateu com as adversidades encontradas pelo fato de ter
origem em um pais Africano(considerado pobre e em algumas regiões miseráveis)
ser negra,e até deixada de lado, tratada com desdém quando chegou nos EUA. e
ela não foi manipulada (não fizeram a cabeça dela) com relação ao consumo
´,pois permaneceu com roupas e turbantes e cores típicos de seu país Africano
, não perdeu sua identidade lutou por suas convicções.E demonstrou que em
qualquer país ou situações há sempre exceções e em qualquer situação(há
sempre dois lados: 2 versões,2 realidades,certo errado, ir e vir, direito e
esquerdo,2 pesos 2 medidas. enfim fora isto á historia única de uma vertente
só é perigosa e até injusta).
Se
Chimamanda fosse comparada etnocentricamente como sinônimo de pais por ser
Africana e seria sempre discriminada e pré julgada pela origem do país e
alguns até pensariam que é escrava ainda, iam achar que não tem opinião
própria, deslumbrada, ter sub empregos ela sofreria preconceito, ai seria uma
única história de um pais como todo. Ela fez a diferença.Até breve.
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sexta-feira, 16 de maio de 2014
O Perigo da História Única e o Consumo
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